Fazenda Juju intensifica a pecuária em Roraima
Pastagens mais produtivas com a braquiária híbrida Sabiá
Fale com o time comercial da Barenbrug do Brasil e descubra qual cultivar híbrido vai transformar a produtividade do seu pasto. Atendimento técnico e comercial com foco na sua região e no seu sistema produtivo.
Quatro gerações de uma família holandesa transformaram a Barenbrug na referência mundial em genética forrageira. No Brasil, somos a única empresa privada com programa próprio de melhoramento de forrageiras tropicais.
Fundada em 1904 na Holanda. Hoje presente em mais de 20 países.
Sabiá, Cayana e Carcará — desenvolvidos para a pecuária tropical brasileira.
Resultado oficial do Cayana sobre o Marandu em avaliações VCU pela UFU.
Soluções para corte, leite e integração lavoura-pecuária (ILP).
Em nossa última pesquisa de satisfação, pedimos a clientes Barenbrug que avaliassem a qualidade dos produtos, o suporte técnico e se indicariam a Barenbrug a outros produtores. Aqui estão os números, sem edição.
dos clientes indicariam a Barenbrug para outros produtores ou colegas de atividade.
avaliam os produtos Barenbrug como Bons ou Muito Bons.
nota média de satisfação com o atendimento técnico recebido.
índice global de lealdade na escala de -100 a +100, alcançado por marcas de referência mundial.
Pesquisa de satisfação Barenbrug do Brasil — Safra 25/26. Pesquisa independente conduzida por empresa terceirizada com 120 clientes diretos em 16 estados brasileiros.
Não é só genética. Cada saca de Sabiá, Cayana, Carcará — e de toda a nossa linha — sai da fábrica revestida pela tecnologia Yellow Jacket® e dentro de padrões de pureza muito acima do exigido pela legislação brasileira.
Proteção contra fungos de armazenamento e doenças. Plântulas e raízes mais sadias.
Proteção contra insetos sugadores e mastigadores antes, durante e após a emergência.
Acelera o crescimento inicial, gera folhas mais desenvolvidas e estimula o enraizamento.
Macro e micronutrientes liberados rapidamente para a plântula. Pasto formado mais rápido.
A Instrução Normativa do MAPA exige pureza mínima de 60% para Brachiarias e 40% para Panicuns. A Barenbrug do Brasil opera com padrão próprio de 95% para Brachiarias e 90% para Panicuns — analisado lote a lote pelo LASBAR, laboratório próprio credenciado pelo MAPA.
Padrão MAPA: Instrução Normativa nº 30/2008. Padrão Barenbrug: análise lote a lote em laboratório próprio (LASBAR) credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Segurança e rendimento, especialmente na seca.
O Sabiá é o cultivar mais procurado pelos pecuaristas por aliar segurança e desempenho animal. Nas avaliações oficiais VCU Corte e Pastejo, produziu 47% mais que o Marandu na seca — concentrando 34% da produção anual na época mais desafiadora do ano. Comercializado com a tecnologia exclusiva Yellow Jacket®.
É uma braquiária híbrida desenvolvida pela Barenbrug a partir do cruzamento entre Brachiaria brizantha e Brachiaria ruziziensis. Ganhou o nome "Sabiá" por ser muito rústico e se adaptar bem a várias condições de ambiente, assim como o pássaro.
É um capim muito versátil. Pode ser usado para pecuária de corte (cria, recria e engorda), pecuária de leite, e também tem excelente qualidade para a produção de silagem e pré-secado.
Vai depender das condições do seu plantio. A recomendação é: 10 kg/ha em condição ideal (solo bem preparado, plantadeira na linha); 12 kg/ha em condição intermediária; e 15 kg/ha em condição adversa, sendo a recomendação específica para aplicações via drone, avião, áreas irregulares ou de morro, onde o contato da semente com o solo é mais difícil.
Essa é a regra de ouro: a semente deve ficar bem rasa, entre 1 e 2 cm de profundidade. Se você usar grade pesada e enterrar a semente demais, a planta não tem força para nascer e o pasto vai falhar.
Ele é considerado de exigência média a alta (precisa de saturação de bases V% entre 50% e 60% e Fósforo mínimo de 5 mg/dm³). Dá para plantar em solo arenoso, mas a terra precisará ser corrigida e adubada no plantio para suprir as exigências da planta. Respondendo bem à adubação, ele entrega alta produtividade.
Não. O Sabiá tem baixa tolerância à má drenagem e ao encharcamento. Se a sua terra costuma alagar ou fica muito úmida, ele vai morrer. Para essas áreas de várzea, o correto é usar a Brachiaria humidicola.
Geralmente, entre 60 e 90 dias, dependendo do clima e da adubação. O ideal é entrar primeiro com animais mais leves; o pisoteio e o corte do bocado vão estimular a planta a soltar mais brotos (perfilhar) para fechar o chão.
O Sabiá é uma planta mais baixa e muito folhosa. A regra para o pastejo rotacionado é colocar o gado quando o pasto bater 30 cm de altura e tirar quando baixar para 15 a 20 cm. No pastejo contínuo (pasto livre), mantenha a média entre 25 e 30 cm.
Se o pasto passar do ponto, ele "deita" (acama), faz sombra na base e o gado perde eficiência para comer. Se o pasto estiver passando da altura, você precisa aumentar a carga animal (colocar mais boi) para rebaixar o capim.
Sim, esse é o seu maior diferencial! Na época seca, o Sabiá acumula 42% a mais de forragem total e 50% a mais de folhas verdes do que o Marandu. É o capim definitivo para acabar com o "boi sanfona" na sua fazenda.
O Sabiá precisa de, no mínimo, 800 mm de chuva por ano para expressar seu potencial. Ele produz muito na época sem chuvas da sua região (entressafra), mas não é uma planta de deserto. Porém, em um caso real na Fazenda Redenção, no Rio Grande do Norte, em solo arenoso e com forte seca, ele sobreviveu e ficou verde onde outros morreram, graças às suas raízes robustas. Naquele ano, choveu apenas 250 mm na região durante três meses, sendo que o Sabiá recebeu apenas 100 mm após o plantio.
Excelente! Ao vedar o pasto para a seca, o Sabiá chega a entregar mais de 100% de folhas a mais do que o Marandu ou a Decumbens no final do período. Ou seja, o gado vai ter folha para comer, e não apenas talo seco.
Sim. Os testes oficiais mostraram que ele é resistente às cigarrinhas comuns de pastagem (Notozulia e Deois) e tem uma resistência espetacular contra a cigarrinha-da-cana (Mahanarva), mantendo as folhas verdes onde outras braquiárias amarelam e morrem.
Com mais pasto verde na seca, o resultado aparece na balança. Nos testes em fazendas, o Sabiá entregou em média 36,1% a mais de carne. Isso representa 7 arrobas a mais por hectare por ano que o Marandu. O teto de produção nos testes bateu 38,5 arrobas/ha/ano.
A forragem total tem entre 9,2% e 13,4% de Proteína Bruta (PB) na matéria seca. Se o gado comer apenas as folhas, essa proteína chega a até 14,0%. Vale lembrar que esse percentual pode variar conforme a época do ano (águas ou seca), a fase vegetativa da planta, o manejo adotado e a fertilidade do solo.
Sim, ele tolera, mas exige manejo. O segredo é rebaixar o capim antes do período das geadas; assim, ele protege a base (canela) da planta e mantém uma boa proporção de folhas na parte de baixo para o gado comer mesmo após o gelo.
Pode e vai muito bem. Se você plantar o milho em linhas com 50 cm de distância, nem precisa usar herbicida para atrasar o capim, pois o Sabiá cresce um pouco mais tarde e o milho faz sombra nele. Se o milho for plantado a 70 ou 80 cm, talvez precise de uma dose leve de herbicida.
Sim, ele se estabelece bem, pois solta muitos perfilhos (brotos) cobrindo rápido a terra. Na seca chega a ter 760 brotos por m², ajudando a proteger o solo. Em morro, lembre-se de usar a taxa de semeadura mais alta (15 kg/ha).
Ele possui um sistema radicular (raízes) bastante robusto e calibroso. É justamente essa raiz grossa que vai fundo na terra e consegue buscar os nutrientes e umidade para manter a folha verde durante a estiagem prolongada. Vale destacar que, por investir tanta energia na formação dessa raiz profunda e robusta, o Sabiá pode apresentar um tempo de germinação e estabelecimento um pouco maior do que as braquiárias convencionais.
Porque ele é o fim da dependência pesada de suplementação volumosa no meio do ano. Ele te entrega até 34% a mais de massa forrageira por ano que o Marandu, joga boa parte dessa produção para o período da seca, blinda sua fazenda contra cigarrinha e ainda é super rústico.
Produtividade e rentabilidade em solos férteis.
Desenvolvido em 12 anos de pesquisa, o Cayana foi avaliado em ensaios VCU sob corte e pastejo requeridos pelo MAPA. Entregou 42,2% mais produtividade animal que o Marandu na média de 2 anos de avaliação na Fazenda Capim Branco, pela Universidade Federal de Uberlândia. Excelente resposta à alta fertilidade.
A Cayana é uma forrageira inovadora de 5ª geração, resultante do cruzamento genético entre as espécies Brachiaria brizantha e Brachiaria ruziziensis. Ela foi desenvolvida no Brasil pela Barenbrug para entregar alta produtividade e rentabilidade na pecuária.
Ela é recomendada para pecuária de corte e de leite, sendo ideal para sistemas de pastejo intensivo. Além de poder ser utilizada sob pastejo direto, produção de silagem e pré-secado, a Cayana apresenta excelente aptidão para sistemas de ILP (Integração Lavoura-Pecuária), como consórcios com milho.
A Cayana tem alta exigência em fertilidade e responde vigorosamente à adubação. É recomendada para solos onde a Saturação por Bases (V%) esteja acima de 60%, Fósforo (P) acima de 7 ppm e Potássio (K) representando de 3% a 5% da CTC — parâmetros técnicos detalhados pelo Dr. Ulisses Figueiredo, pesquisador líder do programa de melhoramento genético da Barenbrug, no curso oficial de forrageiras da marca.
Sim, é possível plantar a Cayana em solos arenosos, e o estabelecimento exige os mesmos processos mecânicos de preparo que as áreas argilosas. No entanto, é uma área que requer muito mais cuidado e atenção técnica para a correção do solo. Como solos arenosos tendem a "perder" (lixiviar) mais nutrientes e possuem baixa fertilidade natural, o investimento em adubação e o monitoramento precisam ser mais rigorosos, visto que a Cayana é uma cultivar altamente exigente.
Não. A Cayana possui baixa tolerância à má drenagem e não sobrevive em solos encharcados ou sujeitos a alagamentos frequentes.
Sim. Testes mostraram que a Cayana possui resistência alta contra as principais cigarrinhas (testada para os gêneros Notozulia e Mahanarva), igualando-se ou até superando outras cultivares resistentes do mercado, como a Marandu.
A taxa varia de 10 a 15 kg/ha. Recomenda-se 10 kg/ha para condições ideais (com bom preparo e compactação do solo), 12 kg/ha para condições intermediárias, e 15 kg/ha para condições adversas. A semente deve ser plantada a uma profundidade de 1 a 2 cm.
O tempo de emergência inicial leva de 5 a 28 dias. Já o momento ideal para o primeiro pastejo ocorre, em geral, entre 60 e 90 dias após o plantio. Isso dependerá diretamente das condições climáticas (chuva, luz, temperatura) e do nível de adubação utilizado na formação.
No sistema rotacionado, a altura ideal para entrada dos animais no piquete é quando o dossel atinge 32 cm. A saída do gado (rebaixamento) deve ocorrer quando o pasto atingir entre 16 e 20 cm de altura.
Para pastejo contínuo, o produtor deve ajustar a lotação de animais para manter a altura média do capim sempre na faixa entre 30 e 35 cm.
A produtividade animal estimada varia de 12,1 a 32,6 arrobas por hectare ao ano. Em ensaios oficiais, a Cayana entregou até 8 arrobas a mais por hectare/ano em relação ao capim Marandu, o que representa um aumento de 42,2% na produtividade animal.
A Cayana tem tolerância média à seca e é uma excelente ferramenta para pastejo diferido (vedação de pasto). Durante a época sem chuvas, ensaios mostraram que ela entregou 66% a mais de produção de carne na comparação com o cultivar Marandu, fornecendo alimento de alta qualidade devido à grande porcentagem de folhas.
Ela exige pelo menos 800 mm de chuva anuais, bem distribuídos durante o período chuvoso, e suporta um máximo de 6 a 7 meses seguidos de seca.
A Cayana possui níveis de excelência: a proteína bruta varia de 11,9% a 13,1% na matéria seca total, chegando a 13,6% apenas na lâmina foliar. A digestibilidade do pasto atinge valores entre 76,1% e 80,1% na massa total e entre 80,6% e 81,1% na folha. Vale ressaltar que, para a cultivar expressar esse teto máximo de qualidade nutricional e eficiência alimentar, é fundamental que o produtor garanta a alta fertilidade do solo e respeite rigorosamente as alturas de manejo e entrada/saída do pastejo.
Sim, ela é altamente responsiva. Aumentar a dosagem de 50 kg/ha para 200 kg/ha de Nitrogênio promoveu um salto de 63% no volume total de forragem e mais do que dobrou a produção exclusiva de lâminas foliares.
Em condições de alta fertilidade, o acúmulo de forragem varia entre 9,7 e 24,8 toneladas de matéria seca por hectare ao ano, podendo encostar em 25 toneladas/ha em sistemas altamente produtivos.
O cultivar tem uma capacidade agressiva de gerar perfilhos, atingindo picos de até 985 perfilhos no período das águas (quase 200 a mais que a Marandu). Isso garante um fechamento extremamente rápido do solo, competindo fortemente contra plantas invasoras e multiplicando os pontos para o gado comer.
Sim. A semente da Cayana (que tem pureza mínima de 95%) vem com a tecnologia exclusiva Yellow Jacket®. É um tratamento em camadas que engloba bioestimulantes, fungicidas, inseticidas de amplo espectro, além de macro e micronutrientes, protegendo o pasto desde a raiz e acelerando a formação.
A planta pode sofrer com as geadas ("queimando" as folhas), mas o impacto é minimizado através do manejo adequado. A recomendação é reforçar a adubação para aumentar as reservas da planta, permitindo que ela rebrota com facilidade. Recomenda-se também o rebaixamento estratégico do pasto antes do inverno, deixando maior proporção de folhas na base, que ainda servirão para pastejo após a geada.
Sim. Em consórcio com milho plantado a 50 cm de espaçamento, o próprio sombreamento da lavoura segura o capim (já que o crescimento inicial da Cayana é tardio), não exigindo aplicação de herbicidas. Para milhos com espaçamento mais largo (70 a 80 cm), o produtor deve monitorar o excesso de luz e, se necessário por precaução, utilizar herbicidas para atrasar o capim.
Intensificação e alta performance.
Alta performance e intensificação. Essas são as duas palavras que mais definem o Megathyrsus maximus (syn. Panicum maximum) cv. Carcará — um híbrido intraespecífico com maior adaptabilidade e estabilidade de produção. Em ensaios oficiais VCU, produziu 4,4 @/ha/ano a mais que o Mombaça, um aumento de 19%.
É um híbrido intraespecífico de Panicum maximum (Megathyrsus maximus) desenvolvido ao longo de mais de uma década pela Barenbrug para entregar intensificação e alta performance. Ele se destaca pela excelente adaptabilidade e estabilidade de produção, focado em trazer maior rentabilidade para a fazenda.
O Carcará é altamente versátil. Ele é indicado para a criação de bovinos a pasto (leite e corte), produção de silagem, pré-secado e sistemas de Integração Lavoura-Pecuária (ILP). Além disso, apresentou uma boa aceitação por equinos.
Ele apresenta folhas mais largas, maior composição de folhas e, principalmente, uma excelente relação folha/colmo (apresenta menos alongamento de colmo, formando menos talos que as outras). Aliado ao seu hábito de crescimento ereto, essa arquitetura de planta melhora a estrutura do pasto, o que facilita muito o bocado do animal e gera um ganho individual de peso superior.
A produtividade varia entre 12,5 e 22,9 toneladas de matéria seca por hectare ao ano (t/ha/ano), dependendo do clima e do manejo. Em testes, ele acumulou 22% a mais de forragem e 26% a mais de lâminas foliares do que o cultivar Mombaça em um ano.
A produtividade animal atinge de 15,1 a 27,6 arrobas por hectare ao ano (@/ha/ano). Na média oficial, ele produziu 4,43 @/ha/ano a mais que o Mombaça, o que representa um aumento de 19% na rentabilidade.
O Carcará apresenta resistência moderada ao ataque de cigarrinhas.
Em condições ideais de preparo e fertilidade de solo, a recomendação oficial é usar de 8 a 10 kg/ha de sementes. Em condições intermediárias, usa-se de 12 a 15 kg/ha. Em condições consideradas adversas, a semeadura oficial não é recomendada — na prática, isso se aplica a áreas muito declivosas (morros íngremes), onde o maquinário e o estabelecimento da semente são prejudicados. Áreas apenas irregulares ainda podem ser plantadas, mas os morros muito acentuados devem ser evitados.
A semente deve ser plantada em uma profundidade de 0,5 a 1 cm. Com boa umidade no solo, o pasto apresenta rápido estabelecimento, e a emergência ocorre entre 7 e 21 dias após o plantio.
Assim como outros Panicuns, o Carcará é uma forrageira de alta exigência em fertilidade e possui uma resposta muito alta à adubação. Ele exige solos corrigidos para expressar seu máximo potencial produtivo.
Sim. Ele pode ser cultivado em todos os tipos de solo, inclusive os arenosos, desde que sejam feitas as adequações de nutrientes por meio de calagem e adubações (estabelecimento e manutenção).
Devido à sua alta exigência de manejo e rápida rebrota, o uso recomendado é exclusivamente o pastejo rotacionado. O uso em pastejo contínuo não é recomendado.
Para extrair o melhor desempenho, o rebanho deve entrar quando o pasto atingir de 70 a 80 cm de altura, e deve sair quando o resíduo baixar para 35 a 40 cm.
A qualidade impressiona. Nos testes oficiais, a proteína bruta ficou entre 6,9% e 16,6% na massa total, mas nas lâminas foliares (o que o gado efetivamente prefere comer), a proteína atinge de 8,3% até 19,0%.
O Carcará garante um consumo excelente. A digestibilidade da matéria seca total varia de 63,6% a 66,2%, e a digestibilidade específica das folhas fica entre 66,4% e 74,6%.
O cultivar tem uma tolerância média à seca, suportando períodos de até 6 meses sem chuva. Vale notar que há menor produção e menor velocidade de rebrotação durante os meses secos.
A tolerância oficial à má drenagem é classificada como Média, oferecendo maior segurança contra acúmulos de água temporários quando comparado a outros materiais, mas não deve ser plantado em áreas de brejo ou alagamento constante.
É o tratamento exclusivo da Barenbrug. A semente já vem protegida e enriquecida com fungicidas, inseticidas de amplo espectro, bioestimulantes e nutrientes, o que garante um enraizamento forte e proteção durante a formação do pasto.
O Carcará é comercializado com uma pureza mínima altíssima de 90%. Para comparação, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) exige uma pureza mínima de apenas 40%.
A semeadura deve ser feita durante a estação chuvosa, garantindo que haja um período mínimo de 90 dias com chuvas após o plantio. Esse é o tempo necessário para o pasto se estabelecer completamente antes da chegada da seca.
Sim. A recomendação técnica aponta que a região deve ter uma exigência mínima de precipitação de 800 mm anuais.
A série No Campo com Inovação traz histórias reais de pecuaristas brasileiros que elevaram a produtividade do pasto com Sabiá, Cayana e Carcará. Filtre por cultivar para ver os casos que mais se aproximam da sua realidade.
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A Barenbrug foi fundada em 1904 na Holanda por uma família que acreditava que sementes melhores constroem futuros melhores. Quatro gerações depois, essa mesma convicção nos move.
No Brasil, a pecuária também é história de família: avós que desbravaram, pais que consolidaram, filhos que inovam. Entendemos essas dores porque são as nossas também. Cada híbrido forrageiro que desenvolvemos carrega esse compromisso — entregar ao pecuarista uma solução que sustenta o rebanho hoje e fortalece o legado de amanhã.
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Os dados de produtividade animal e acúmulo de forragem citados nesta página são observados em ensaios oficiais (VCU — Valor de Cultivo e Uso) requeridos pelo MAPA e em ensaios regionais conduzidos no Brasil. Resultados podem variar conforme manejo, fertilidade do solo, condições climáticas e regionais.
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